
Fazendo com que seus módulos de aquecimento por infravermelho funcionem bem com seus robôs
Quando se trata de curar peças metálicas ou componentes de automóveis, não basta simplesmente aplicar calor de forma aleatória, esperando que tudo funcione bem. É preciso precisão. Por isso, não fabricamos nossos módulos de infravermelho como aquecedores independentes. Em vez disso, os projetamos para funcionarem como “unidades subordinadas”. Basicamente, eles recebem instruções do PLC do robô. O calor é aplicado exatamente no momento em que o braço do robô se move, e não um segundo antes. Fazer com que o calor acompanhe o movimento É assim que lidamos com essa lógica. Conectamos os módulos usando relés industriais ou controladores de potência SCR. Isso significa que o robô é quem controla tudo. No momento em que o robô coloca uma peça na zona de cura, o PLC instrui as lâmpadas a aumentar a potência de aquecimento. Quando o braço se afasta, o calor é interrompido. É um ciclo bem controlado: sem desperdício de energia, e, mais importante, sem risco de danificar os materiais enquanto o braço se move pelo ar. Lidando com o calor (e com o espaço ocupado pelos módulos) Para linhas de produção automotiva, geralmente usamos emissores de ondas curtas. Eles permitem que o calor penetre rapidamente nos revestimentos, reduzindo assim o tempo de processamento. Mas há um problema: alta densidade de calor pode danificar os componentes mecânicos. Para evitar que os módulos derretam ou danifiquem o sistema elétrico do robô, utilizamos refletores reforçados. Eles direcionam toda a energia para a peça, mantendo-a longe dos componentes eletrônicos. Uma dica importante: se você usar esses módulos em plena capacidade, certifique-se de que a ventilação esteja adequada. Se o ar ambiente ficar muito quente, os sensores térmicos do robô serão acionados e tudo será desligado. Ninguém quer isso durante o turno de trabalho. Substituindo os módulos sem problemas Já aconteceu com todos nós: um módulo queima e, de repente, toda a linha de produção para. Para resolver isso, criamos módulos que podem ser substituídos facilmente. Usamos suportes de montagem padrão, para que seja possível trocar um módulo defeituoso sem precisar gastar horas recalibrando o caminho percorrido pelo robô. Além disso, conectamos os módulos de maneira segura. Não é possível conectar-os incorretamente, mesmo em ambientes barulhentos. Basta trocar o módulo, fixá-lo no lugar e voltar ao trabalho.